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De janeiro a maio de 2010, as exportações do agronegócio no Estado de São Paulo cresceram 23,4% em relação ao mesmo período do ano passado, atingindo US$ 6,90 bilhões. Mesmo com as importações registrando aumento de 33,8% na comparação dos períodos, chegando a US$ 2,97 bilhões, ainda assim houve elevação de 16,6% no saldo comercial em relação a janeiro a maio de 2009, atingindo US$ 3,93 bilhões. É o que aponta estudo dos pesquisadores do Instituto de Economia Agrícola (IEA), órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.

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Os analistas e economistas ouvidos pelo Banco Central para a elaboração do Boletim Focus acreditam que a economia brasileira vai crescer 7% neste ano. Essa foi a décima-terceira semana consecutiva de elevação da mediana das estimativas para a expansão da atividade econômica. Na pesquisa anterior, as projeções indicavam 6,6%.
A pesquisa foi feita na semana passada, logo após a divulgação do crescimento do PIB do primeiro trimestre, de 2,7% sobre o trimestre anterior. Não houve alteração, no entanto, na previsão do PIB para 2011, que permanece em 4,5% há 27 semanas.

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva confirmou que a Petrobras vai construir uma fábrica de amônia em Uberaba, no Triângulo Mineiro. Será a terceira fábrica do tipo da estatal. A planta viabiliza financeiramente a construção de um gasoduto de 240 km no Estado, ligando São Carlos (SP) a Delta (MG), cidade próxima a Uberaba.
O presidente disse que o investimento na produção de amônia representa uma "revolução" na fabricação de fertilizantes no Brasil. Ele reclamou que o Brasil importa 80% do fertilizante que consome. No caso da ureia -que, segundo Lula, também terá uma fábrica da Petrobras- a importação é de 100%.

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O Plano de Safra 2010/2011, anunciado na semana passada, prevê recorde de crédito para custeio, comercialização e investimentos: R$ 116 bilhões, dos quais R$ 100 bilhões para a agricultura empresarial e R$ 16 bilhões para a familiar, 8% mais do que na safra 2009/2010. Generoso com os produtores, favorecerá também os consumidores com o aumento da oferta e queda dos preços da alimentação, além do fortalecimento da balança comercial.

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O Brasil é o maior exportador de carne bovina do mundo. Ainda assim, em 2009, exportou apenas 18% da produção de carne, segundo o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, sigla em inglês).
A Argentina, que tem o consumo per capita alto, 67,2kg em 2009 (USDA), exportou 19% da produção nesse mesmo ano.

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Países em desenvolvimento, de maneira geral, estão elevando a produção agrícola e deslocando tradicionais exportadores
O Brasil terá de longe o mais rápido crescimento da produção agrícola no mundo nos próximos dez anos, com expansão superior a 40%, o dobro da média mundial, comparado ao período 2007/9, segundo relatório de perspectivas agrícolas que a Agência para Agricultura e Alimentação das Nações Unidas (FAO) e a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) publicarão amanhã.

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Com o apoio da Agência das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), o Brasil está encabeçando uma iniciativa para harmonizar processos de produção, tributação, classificação e legislações para registro de produtos ligados à nutrição animal na América Latina. A região representa 17% de toda a produção de ração e suplementos do mundo.
A medida envolve, em um primeiro momento, representantes das indústrias de alimentação animal de praticamente todos os países da região, mas a entrada dos governos no processo de negociação é esperada partir de novembro deste ano.

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A redução das emissões de carbono foi um dos poucos temas capazes de unir o mundo após a crise, e o agronegócio brasileiro tem a chance de liderar um processo de "mudança geopolítica global" em direção a uma economia verde.
A avaliação é do ex-ministro da Agricultura Roberto Rodrigues, coordenador do Centro de Agronegócio da Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV), que participou do Fórum Estadão Regiões / Sudeste. "É a única ponte, ainda um pouco nebulosa, mas nós temos uma solução e uma resposta para isso. Só nos falta estratégia."

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As sanções contra o Irã aprovadas nesta quarta-feira (9) pelo Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas) não devem afetar o comércio brasileiro com o país, hoje dominado principalmente por produtos agrícolas, minério de ferro e alguns produtos manufaturados como chassis para automóveis e motores.
A venda desses produtos ao Irã deve continuar sem restrições. As sanções endurecem um embargo à compra pelo país de equipamentos militares como helicópteros e mísseis, além de prever interdições marítimas para a inspeção de navios com cargas suspeitas para o Irã.

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O relatório mensal de oferta e demanda mundial do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgado ontem foi praticamente uma repetição dos números apresentados no mês passado no que se refere aos dados da safra 2010/11. O que os novos dados confirmaram foi que pelo segundo ano consecutivo o mundo terá uma oferta mundial de soja superior à demanda, fato que permitirá novamente uma recomposição dos estoques globais da oleaginosa.

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