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A produção da indústria de alimentação animal no Brasil registrou incremento da ordem de 10% no primeiro semestre de 2010 em comparação com o mesmo período do ano passado. De janeiro a junho de 2010, foram produzidas mais de 30 milhões de toneladas de rações, de acordo com dados do Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal (Sindirações). O Sindirações prevê o fechamento do ano com produção total de 60,4 milhões de toneladas de ração e 2,0 milhões de toneladas de sal mineral.

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O ânimo que fortaleceu a agroindustrialização do Paraná na década de 90 volta a inspirar o agronegócio, colocando o Estado diante de desafios estruturais. As cooperativas, que se fortaleceram naquela época, planejam nova fase de expansão. Diversificaram negócios e cresceram verticalmente, investindo na produção de insumos e na transformação dos produtos primários. Agora, pretendem am pliar justamente as atividades que agregam valor à sua produção, tornando-se cada vez mais industriais.

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Após o movimento de consolidação da indústria de carnes no Brasil, o setor de nutrição animal também segue o mesmo caminho. O grupo Agroceres, que tem a maior parte de sua receita nesse segmento, acaba de fechar a aquisição da paulista Multimix. O negócio acontece cinco meses depois de a brasileira Fri-Ribe e a holandesa Nutreco terem firmado uma joint venture e após a também holandesa Provimi anunciar sua expansão na América Latina.

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A emissão de títulos do agronegócio por bancos, agroindústrias, cooperativas e produtores rurais somou R$ 92,2 bilhões no primeiro semestre de 2010. Estimulados por boas margens e benefícios fiscais, mas ainda dependentes de ajustes regulatórios do governo, os novos papéis registraram 15,3 mil operações em seis meses.
Em 2009, as emissões desses títulos somaram R$ 65 bilhões em 18,2 mil operações. O volume negociado em 2010 equivale a todos os recursos aplicados em crédito rural na agricultura empresarial e familiar durante a safra 2009/10, encerrada em junho. No acumulado desde 2005, já foram emitidos R$ 201,4 milhões em quase 50 mil operações com papéis do agronegócio.

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Um conceito internacional - ISO 8402 - tem conquistado espaço no mercado da carne no Brasil. A rastreabilidade é o processo de campear um produto, para registrar o máximo de informações sobre ele. A finalidade é oferecer mais segurança ao consumidor, que pode, a partir das informações contidas em um código anexado ao produto, identificar qual a origem e quais os procedimentos utilizados no processo de industrialização.

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Os "anabolizantes" do BNDES estão fazendo efeito e os frigoríficos brasileiros começam a cair nas graças do mercado internacional. O suporte do banco melhorou o perfil da dívida das empresas e deixou os investidores mais seguros.
Duas importantes agências de risco melhoraram a classificação do JBS. A Fitch Ratings deixou as ações a três passos do grau de investimento, que é o patamar que o mercado considera que não há risco de calote. Para a Standard & Poor’s, o risco oferecido pelo JBS hoje é o mesmo da americana Tyson Foods.

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Na próxima quarta-feira, 28 de julho, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento completa 150 anos. A data é considerada um marco na história desde o Império e será comemorada em solenidades oficiais em todas as 27 capitais brasileiras e, em Brasília, recebe homenagens do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelo ministro Wagner Rossi. Nessas 15 décadas, a produção agropecuária brasileira conquista espaço no mundo e promete manter-se como um dos setores mais produtivos e importantes da economia brasileira.

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Tenho observado uma apreensão muito grande nas empresas onde tenho passado, tanto no Brasil quanto lá fora, pois o mercado produtor agrícola brasileiro é muito forte e impacta diretamente em mercados menores, com isso todas as pessoas que trabalham direta ou indiretamente com empresas agroindustriais, sejam eles fornecedores, integrados, colaboradores, etc. precisam se estruturar e pensar de qual caminho tomar de agora em diante, pois o poder de barganha que as empresas brasileiras estão ganhando é muito grande e isso vai forçar a uma reestruturação geral por parte de todos, obrigando fornecedores a serem muito mais organizados e competitivos, clientes mais estratégicos em suas negociações e colaboradores mais preparados para as oportunidades que aparecerão.

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Os três maiores frigoríficos do Brasil (JBS/Bertin, Marfrig e Minerva) anunciaram que deixaram de comprar bovinos de 221 fazendas localizadas dentro de terras indígenas, unidades de conservação ou próximas a áreas recém-desmatadas no bioma Amazônia.
A ação é resultado do compromisso assinado, em outubro passado, pelos frigoríficos com o Greenpeace e o Ministério Público Federal do Pará e do Mato Grosso: cadastrar e mapear as fazendas de seus fornecedores diretos. Dessa forma, os frigoríficos estariam aptos a não comprar mais animais oriundos de áreas de proteção ou recém-desmatadas.

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A China ultrapassou os Estados Unidos no ano passado como o país com o maior consumo de energia no mundo. O fato indica continuidade no aumento na demanda global por combustíveis, segundo a Agência Internacional de Energia (AIE), mas dá também uma ideia de como a China deve influir cada vez mais no modo como a energia é usada no mundo - do tipo de carro que é produzido ao tipo de usina elétrica que é construída.

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