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Exportação do agronegócio paulista recua 12% no quadrimestre
As exportações paulistas do setor de agronegócios renderam US$ 5,3 bilhões no primeiro quadrimestre deste ano, 12% menos que no mesmo período de 2011, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) compilados pelo Instituto de Economia Agrícola (IEA), vinculado à Secretaria da Agricultura do Estado.
A queda reflete o pior desempenho dos embarques do segmento sucroalcooleiro, carro-chefe das exportações do campo de São Paulo. Conforme dados do Ministério da Agricultura, as vendas nacionais de açúcar e etanol ao exterior recuaram 19,6% de janeiro a abril na comparação com igual intervalo do ano passado, para US$ 3,2 bilhões.
Já as importações paulistas de produtos do agronegócio aumentaram 1,6% na comparação entre os primeiros quadrimestres, puxadas por nutrientes para a produção de fertilizantes, e atingiram também US$ 3,2 bilhões. Com isso, o superávit setorial estadual recuou 27,2% no período, para US$ 2,1 bilhões.
Fonte: Valor Econômico
As exportações paulistas do setor de agronegócios renderam US$ 5,3 bilhões no primeiro quadrimestre deste ano, 12% menos que no mesmo período de 2011, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) compilados pelo Instituto de Economia Agrícola (IEA), vinculado à Secretaria da Agricultura do Estado. A queda reflete o pior desempenho dos embarques do segmento sucroalcooleiro, carro-chefe das exportações do campo de São Paulo.

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Três anos após a fusão, valor de mercado da BRF é duas vezes maior
Três anos após o anúncio da união entre Perdigão e Sadia, a empresa de alimentos resultante, a BRF-Brasil Foods, está mostrando que entre suas especialidades está a matemática, além de carnes de aves e suínos, pratos prontos e embutidos, entre outros produtos. A companhia que surgiu da união das duas rivais vale hoje o dobro do que eram avaliadas as empresas juntas antes da combinação. O valor de mercado do negócio está próximo de R$ 30 bilhões - o dobro dos R$ 15 bilhões marcados ao fim do primeiro pregão após a Perdigão incorporar o controle da Sadia, em 8 de julho de 2009.
Embora ainda existam desafios à gigante - cada vez mais e maiores -, a percepção do mercado sobre o negócio indica que as companhias tinham mesmo é que se juntar, desde os tempos em que o apelido dessa união era "Sadigão".
A BRF está se apropriando dos pontos positivos de cada uma: o prêmio que os investidores atribuíam na bolsa à governança da Perdigão e o prêmio que os consumidores pagavam pela marca Sadia no supermercados.
Nem sempre fusões resultam numa conta positiva. Muitas vezes, as diferenças culturais praticamente impedem a criação de valor, pois dificultam a combinação.
A BRF também se beneficiou de um momento positivo da economia doméstica. O aumento da demanda interna reduziu o impacto do enfraquecimento do mercado internacional. A crise financeira deixou consequências profundas e duradouras nas economias dos países desenvolvidos.
No mesmo período da combinação das companhias, o Índice Bovespa saiu de 49.177 pontos para os atuais 55.887 pontos, alta de 13,64%. Já o Índice do Setor de Consumo saltou de 976 pontos para 1.949 pontos, indicando a concentração do apetite dos investidores por companhias ligadas à economia interna.
Apesar de fruto de um cenário extremo - a quebra da Sadia após as perdas de R$ 2,55 bilhões com derivativos cambiais em 2008 -, a BRF deixou as dificuldades financeiras para a história. Já alcançou a nota de grau de investimento pelas três principais agências de classificação de risco de crédito.
Os múltiplos de negociação da BRF estão muito mais para Perdigão do que para Sadia, que mesmo antes dos derivativos sofria os descontos atribuídos pelos investidores sob argumentos de preocupação com uma gestão familiar.
Não surpreende, portanto, que os fundos de pensão que formavam o bloco com a maior posição da empresa estejam realizando alguns lucros e, por isso, com a menor participação na companhia desde a fusão: 26,55% do negócio.
Esses fundos compraram a Perdigão, em 1994, da família Brandalise e estão vendendo a Sadia duas vezes maior e profissionalizada, quase 20 anos depois.
Em setembro de 2011, foi a primeira vez que a fatia das fundações ficou abaixo de 28% da BRF. Desde então, as vendas de ações realizadas ultrapassam R$ 550 milhões - redução equivalente a 1,5% do capital da empresa. Só em março, foram R$ 235 milhões.
O valor de mercado da BRF evoluiu de maneira muito mais veloz do que a receita das empresas combinadas. Quando unificadas, Perdigão e Sadia somavam receita líquida da ordem de R$ 22 bilhões. No ano passado, a receita líquida da BRF somou R$ 25,7 bilhões - pouco mais de 10% de expansão. O volume de carnes produzido subiu de 5,3 milhões de toneladas, em 2009, para 5,8 milhões em 2011 - alta também da ordem de 10%.
É pela avaliação de que o negócio caminha no rumo certo que a capitalização evoluiu e também pelas sinergias capturadas com a fusão. A expectativa é que a partir deste ano a economia anual fique em torno de R$ 1 bilhão - o dobro do inicialmente projetado. No primeiro ano, o ganho ficou em R$ 500 milhões e, no ano passado, o saldo bruto foi de R$ 700 milhões.
A combinação das companhias ainda não alcançou sua plenitude. Isso porque a integração dos negócios ocorreu de maneira parcelada, no aguardo do acordo com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), obtido em julho do ano passado. Inicialmente, apenas a parte financeira pôde ser integrada, em função da urgência da situação da Sadia.
É por isso, e pelos planos da empresa, que os analistas acreditam que a companhia vale ainda mais. A média dos preços-alvo dos analistas registrada pela Bloomberg indica que a empresa deveria valer mais de R$ 36 bilhões. Na prática, significa que as ações cotadas a R$ 32,99 ontem, deveriam encerrar 2012 valendo R$ 41,46, na conta média de 20 especialistas, conforme a Bloomberg.
Logo após os compromissos firmados com o Cade, em julho, a BRF anunciou os planos de chegar a 2015 com R$ 50 bilhões de faturamento líquido - quase o dobro do que encerrou o ano passado. Desde então, a companhia teve valorização de 26,7% e agregou R$ 6 bilhões de valor de mercado.
A companhia tem hoje 45% da receita proveniente do mercado interno, 10% de produtos lácteos e 5,6% do segmento chamado de "food service" - como fornecedora para as chamadas refeições fora do lar. O restante é proveniente das exportações.
A BRF vende seus produtos em mais de 140 países, com 19 escritórios fora do Brasil e sete unidades produtivas. Agora, a companhia está construindo uma unidade em Abu Dhabi.
O desafio da BRF ao longo desses próximos anos é a consolidação do setor de alimentos no modelo de companhias fornecedoras de proteína animal. Esse conceito coloca todas elas, as produtoras de carne bovina e as de aves e suínos, lado a lado.
É esse modelo que explica as empresas originalmente de bovinos, como Marfrig e JBS, a atuarem mais em aves e suínos. E, ao mesmo tempo, explica a entrada da BRF em carne bovina. A lógica disso é simples: a demanda. O cliente quer facilitar cada vez mais sua vida e centralizar as compras num único fornecedor.
Por enquanto, a companhia não sofre ameaças de consolidação no atual cenário do setor. Contudo, sofre sim limitações como consolidadora. Com a união das duas maiores empresas de alimentos na área de proteína animal, Perdigão e Sadia, há pouco espaço para aquisições no Brasil. Fora do país, contudo, a empresa segue com potencial e apetite para expansão.
Fonte: Valor Econô
Três anos após o anúncio da união entre Perdigão e Sadia, a empresa de alimentos resultante, a BRF-Brasil Foods, está mostrando que entre suas especialidades está a matemática, além de carnes de aves e suínos, pratos prontos e embutidos, entre outros produtos. A companhia que surgiu da união das duas rivais vale hoje o dobro do que eram avaliadas as empresas juntas antes da combinação. O valor de mercado do negócio está próximo de R$ 30 bilhões - o dobro dos R$ 15 bilhões marcados ao fim do primeiro pregão após a Perdigão incorporar o controle da Sadia, em 8 de julho de 2009.

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7ª FENAGRA Ressalta a Importância da União para o Setor de Reciclagem Animal
Na abertura do 11º Congresso Brasil Render/Graxaria em paralelo com a 7ª edição da Fenagra, que aconteceu entre os dias 08 e 09 deste mês, a ABRA – Associação Brasileira de Reciclagem Animal  teve grande visibilidade dos participantes com a presença do Sr. Pedro Bittar, vice-presidente da Associação, que destacou a importância da união do setor para a qualidade no segmento.
Também fizeram parte da mesa de abertura o Sr. Gustavo Razzo, presidente do Sincobesp e da Razzo, juntamente com o Sr. Francisco Turra, presidente da Ubabef e o Sr. Mário Sérgio Cutait, presidente do IFIF.
O evento reuniu vários expositores e palestrantes internacionais e nacionais da cadeia de reciclagem animal. Durante a abertura o presidente do Sincobesp (Sindicato Nacional dos Coletores e Beneficiadores de Sub Produtos de Origem Animal)  destacou o benefício da feira para os participantes e para o meio ambiente. “Espero que seja de grande valia para que a gente possa mostrar não só as palestras e os stands, mas que a gente consiga agregar um pouco mais da nossa história de preservação”.
O vice-presidente da ABRA (Associação Brasileira de Reciclagem Animal), Sr. Pedro Bittar também fez seu posicionamento da importância da feira para o setor, engrandecendo os trabalhadores e ao que contribuem para o setor. “Essa feira só tem a acrescentar para o setor e não pertence ó a ABRA e ao Sincobesp, ela pertence também a todos esses homens que trabalham na indústria de reciclagem”diz.
Sr. Pedro também reforçou a importância das empresas de graxaria em se unirem a Associação. “Nós convocamos a todos os empresários e todo os que estão próximos ao segmento que seu unam a nos para que possamos fazer um segmento com mais competitividade, com mais qualidade para que sejamos acrescidos, não só a nível do Brasil, mas a nível  mundo”completa.
O terceiro a discursar foi o presidente do IFIF (International Feed Industry  Federation), Sr. Mário Sérgio Cutait, que felicitou e parabenizou a união entre a ABRA e o Sincobesp. “Eu que convivi muitas vezes com ambas entidades, trabalhando em paralelo, então é muito bacana que agora elas estejam juntas”.
Quem finalizou a cerimônia foi o Sr. Francisco Turra, presidente da Ubabef (Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frangos), enfatizou a revolução brasileira dentro da temática de reciclagem, considerando que era indiscutida a algumas décadas atrás. “É um evento muito importante no ponto de vista econômico e social e também na visão do novo Brasil. Veja que isso seria impensado a 30 anos passados de estarmos aqui reunidos para aproveitar ao máximo a reciclagem como riqueza para servir ao ser humano, especialmente ao nosso país que é vocacionado a produzir alimentos, ela tem um sentido ainda maior” considera.
Durante a Feira também foi lançada a Associação Latino Americana Render/Graxarias sendo que os países latino americanos movimentam anualmente US$ 6 bilhões com participações do Brasil que é o segundo maior mercado de reciclagem animal do mundo.
A 7ª Fenagra aconteceu no Centro de Convenções Frei Caneca em São Paulo contando com 36 stands de expositores e a participação de membros de 22 países.
Em paralelo ao evento aconteceu a Expo Pet Food com a presença de mais 30 stands do setor da Indústria de Pet Food apresentando novas tecnologias em máquinas, equipamentos e matérias primas. Tivemos o COngresso Pet organizado pelo CBNA que contou com a prensença de 300 pessoas.
Na abertura do 11º Congresso Brasil Render/Graxaria em paralelo com a 7ª edição da Fenagra, que aconteceu entre os dias 08 e 09 deste mês, a ABRA – Associação Brasileira de Reciclagem Animal  teve grande visibilidade dos participantes com a presença do Sr. Pedro Bittar, vice-presidente da Associação, que destacou a importância da união do setor para a qualidade no segmento.Também fizeram parte da mesa de abertura o Sr. Gustavo Razzo, presidente do Sincobesp e da Razzo, juntamente com o Sr. Francisco Turra, presidente da Ubabef e o Sr. Mário Sérgio Cutait, presidente do IFIF. O evento reuniu vários expositores e palestrantes internacionais e nacionais da cadeia de reciclagem animal.

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Agronegócio: receita de exportações caiu 11,4% em abril
As exportações do agronegócio em abril somaram US$ 7,028 bilhões, 11,4% abaixo do registrado no mesmo mês do ano passado. As importações seguiram o mesmo ritmo e recuaram 13,1%, para US$ 1,284 bilhão.
Segundo balanço divulgado nesta quarta-feira pelo Ministério da Agricultura, os setores que mais contribuíram para a queda de US$ 905,9 milhões nas exportações do agronegócio no período foram os dos produtos de origem vegetal, cujas vendas recuaram US$ 880,3 milhões em relação a abril do ano passado.
O destaque negativo foi o setor sucroalcooleiro, que contribuiu com mais da metade da queda das exportações em abril. As vendas do setor recuaram 52%, de US$ 839,2 milhões em abril de 2011 para US$ 367,9 milhões no mês passado.
A balança comercial do soja, principal segmento do agronegócio brasileiro, registrou quedas de 4,8% na receita (para US$ 2,901 bilhões) e de 10,9% no volume (para 5,718 milhões de toneladas). O preço médio aumentou 6,8% em relação a abril do ano passado.
O complexo carnes, segundo maior setor exportador do agronegócio brasileiro, registrou vendas de US$ 1,297 bilhão em abril, valor 2,3% abaixo do verificado no mesmo mês do ano passado. O volume exportado recuou 1,4% e ficou em 487 mil toneladas. O preço médio caiu 3,7% em relação a abril do ano passado.
O segmento avícola lidera as exportações do setor, com vendas de US$ 601 milhões em abril, valor 3,4% abaixo do mesmo mês do ano passado. O volume exportado cresceu 2,6% (para 312 milhões). O preço médio caiu 5,9%.
O segmento de carne bovina registrou aumento de 0,8% na receita (para US$ 441 milhões) e de 0,6% no volume embarcado (para 90 mil toneladas). O preço médio teve leve aumento de 0,2%.
No caso da carne suína, as exportações caíram 7% em volume (para 47 mil toneladas) e 14,2% em receita (para US$ 125 milhões). O preço médio recuou 7,8% em relação a abril do ano passado.
Fonte: Agência Estado, resumida e adaptada pela Equipe BeefPoint.
As exportações do agronegócio em abril somaram US$ 7,028 bilhões, 11,4% abaixo do registrado no mesmo mês do ano passado. As importações seguiram o mesmo ritmo e recuaram 13,1%, para US$ 1,284 bilhão.Segundo balanço divulgado nesta quarta-feira pelo Ministério da Agricultura, os setores que mais contribuíram para a queda de US$ 905,9 milhões nas exportações do agronegócio no período foram os dos produtos de origem vegetal, cujas vendas recuaram US$ 880,3 milhões em relação a abril do ano passado.

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Exportação de máquinas cresce 14% até abril
Apesar da perspectiva de recuo das exportações brasileiras de máquinas agrícolas para a Argentina, principal mercado externo para o segmento no Brasil, os embarques totais das indústrias ligadas à Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) registraram alta de 14,3%, para 6,2 mil unidades, no primeiro quadrimestre do ano na comparação com o mesmo período de 2011. Essa expansão deve levar à revisão das metas para as vendas externas brasileiras em 2012, uma vez que a estimativa inicial era de estabilidade no ano.
Além do aumento da comercialização em outros mercados, Cledorvino Belini, presidente da Anfavea, acredita que a valorização do dólar frente ao real incentiva a retomada das exportações. "É possível renegociar alguns contratos perdidos", afirmou.
No mês passado, as exportações totalizaram 1,4 mil unidades, queda de 20,5% contra março e aumento de 11,9% na comparação com o mesmo mês de 2011. Já a receita somou US$ 262,7 milhões em abril, 9,7% menos que em março e montante 4,4 % superior ao abril do ano passado. No acumulado de 2012, o valor dos embarques cresceu 14,4% em relação aos primeiros quatro meses de 2011, para US$ 1,1 bilhão.
Milton Rego, diretor da Anfavea, afirmou que a diminuição das vendas para a Argentina está sendo compensada com exportações para mercados como Peru e Colômbia e para alguns países da África, como África do Sul e nações do norte do continente. Segundo ele, há maior comercialização de tratores em detrimento das colheitadeiras, compradas principalmente por Argentina, Paraguai e Uruguai. Rego explica que o mercado africano demanda máquinas menores, sobretudo produtos de baixa potência.
Apesar das imposições da Argentina para a entrada de produtos brasileiros, os embarques de tratores ao país vizinho no primeiro trimestre aumentaram mais de 100% na comparação com o mesmo período de 2011 - saíram de 355 para 839 unidades. Já a venda de colheitadeiras caiu 18,2%, para 170 unidades no período. Mas a Anfavea alerta que a base de comparação é baixa, pois nos primeiros meses de 2011 as empresas brasileiras registravam dificuldades para exportar aos argentinos.
As vendas internas de máquinas agrícolas no atacado somaram pouco mais de 20 mil unidades de janeiro a abril, recuo de 3,9% ante o primeiro quadrimestre de 2011. Milton Rego disse que a redução reflete o comportamento do produtor rural, que diminui as compras em abril para efetuá-las durante a Agrishow, feira de tecnologia agrícola realizada no interior paulista na primeira semana de maio. "Normalmente, há linhas de financiamento mais atrativas, mas não descontos no preço dos produtos".
As vendas internas apenas em abril subiram 3,1% ante março, para 5,4 mil unidades. A produção no acumulado do ano aumentou 7,7%, para 28,6 mil unidades.
Fonte: Valor Econômico
Apesar da perspectiva de recuo das exportações brasileiras de máquinas agrícolas para a Argentina, principal mercado externo para o segmento no Brasil, os embarques totais das indústrias ligadas à Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) registraram alta de 14,3%, para 6,2 mil unidades, no primeiro quadrimestre do ano na comparação com o mesmo período de 2011.

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Credores do Independência aceitam aquisição pelo JBS
Os credores do frigorífico Independência aceitaram em assembleia a proposta de compra de ativos feita pelo JBS, maior produtor de carne bovina do mundo.
O plano proposto foi aprovado por 85,66 por cento dos credores com garantia real. Entre os credores quirografários, que incluem pecuaristas e fornecedores, o plano foi aceito por 77,26 por cento.
O frigorífico Independência, que já foi o quarto maior no setor de carne bovina no Brasil, está em recuperação judicial desde 2009.
No dia 23 de abril, o JBS fez proposta de 268 milhões de reais pelos ativos do Independência.
A proposta inclui quatro unidades do frigorífico em Nova Andradina e Campo Grandes, ambas em Mato Grosso do Sul, Senador Canedo (GO) e Rolim de Moura (RO). Entram também dois centros de distribuição em São Paulo e as marcas que eram operadas pelo Independência.
Fonte: Reuters (Por Fabíola Gomes)
Os credores do frigorífico Independência aceitaram em assembleia a proposta de compra de ativos feita pelo JBS, maior produtor de carne bovina do mundo.O plano proposto foi aprovado por 85,66 por cento dos credores com garantia real. Entre os credores quirografários, que incluem pecuaristas e fornecedores, o plano foi aceito por 77,26 por cento.O frigorífico Independência, que já foi o quarto maior no setor de carne bovina no Brasil, está em recuperação judicial desde 2009.

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Crise tende a retardar recuperação para 2013
O agravamento da crise na zona do euro, com risco de colapso no sistema bancário da Grécia, e a desaceleração na China devem prejudicar a retomada do crescimento no segundo semestre. O desempenho da economia no primeiro trimestre foi muito pior que o esperado e indicadores antecedentes sinalizam que não houve reação em abril nem está havendo em maio. A frustração da arrecadação federal - a diferença entre o valor projetado pela Receita e o efetivamente obtido - ficou entre R$ 10 bilhões e R$ 12 bilhões no primeiro quadrimestre do ano, segundo fontes do governo.
A recuperação, mesmo com a acentuada queda dos juros e os estímulos fiscais, está mais atrasada do que esperava a equipe econômica. O mercado prevê um avanço do PIB de 2,7% e mesmo o otimista ministro da Fazenda, Guido Mantega, torce para que chegue pelo menos a 3%.
Se a economia não acelerar no segundo semestre e deixar um bom "carry-over" de crescimento, 2013 será um ano ainda mais complicado. Não haverá, por exemplo, reajuste de 14% para o salário mínimo nem a consequente injeção de R$ 50 bilhões, diz um assessor da presidente Dilma.
A saída da Grécia da zona do euro deve ter efeitos tão contundentes quanto os da quebra do Lehmann Brothers, em setembro de 2008. Com ela viriam abrupta suspensão dos fluxos de capitais para os países emergentes e empoçamento de liquidez. A apreciação do dólar seria bastante forte. A desvalorização do real, que o governo comemora, pode ser neutralizada pela queda nos preços das commodities, com impacto negativo no ritmo das atividades econômicas, mas sem grande efeito baixista sobre a inflação.
A persistência das projeções do mercado de 5,5% para o IPCA em 2013 preocupa as autoridades monetárias tanto quanto a aposta unidirecional em fortes cortes da taxa Selic para menos de 8% pelas tesourarias, como se o Banco Central tivesse abandonado o regime de metas. Em ambiente muito volátil, a política monetária segue guiada pela ata do Copom, em que se destaca a palavra repetida pelo diretor de política econômica, Carlos Hamilton Araújo, em seminário no Rio na sexta-feira: "Parcimônia".
Fonte: Valor Econômico
O agravamento da crise na zona do euro, com risco de colapso no sistema bancário da Grécia, e a desaceleração na China devem prejudicar a retomada do crescimento no segundo semestre. O desempenho da economia no primeiro trimestre foi muito pior que o esperado e indicadores antecedentes sinalizam que não houve reação em abril nem está havendo em maio. A frustração da arrecadação federal - a diferença entre o valor projetado pela Receita e o efetivamente obtido - ficou entre R$ 10 bilhões e R$ 12 bilhões no primeiro quadrimestre do ano, segundo fontes do governo.

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SESI e FAO fazem parceria para educação alimentar
O presidente do Conselho Nacional do SESI, Jair Meneguelli, e o diretor-geral da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura - FAO, José Graziano da Silva, assinaram hoje na sede da organização internacional, em Roma, termo de cooperação técnica de promoção da segurança e educação alimentar que facilitará a transferência da tecnologia social do Cozinha Brasil a países da América Latina, Caribe e África.
Desde 2008, o projeto promove a educação alimentar e nutricional, com o aproveitamento integral dos alimentos, nos 27 estados brasileiros, já foi adotado por Uruguai e Moçambique e, atualmente, está em fase de implementação em Honduras, Guatemala e El Salvador.
O acordo com a FAO será concretizado por meio de ações de educação alimentar e nutricional, combate ao desperdício de alimentos, promoção e incentivo à agroindústria, associativismo e geração de renda. Possibilitará, também, a atuação conjunta das instituições no intercâmbio de conhecimentos sobre experiências de apoio à segurança alimentar e ao desenvolvimento sustentável com foco na educação alimentar e nutricional, assistência técnica e incentivo à agroindustrialização.
O presidente do SESI-CN, Jair Meneguelli, afirmou que a assinatura do termo de cooperação propiciará a ampliação do Cozinha Brasil para os diversos países que solicitam atualmente a transferência da tecnologia. “Com esta parceria teremos um grande apoio institucional às ações do Cozinha Brasil, que podem ser concretizadas em uma política pública nos países em desenvolvimento”, acrescentou.
O diretor da FAO, José Graziano da Silva, sinalizou que a instituição poderá atuar na mobilização dos países que receberão o programa, já reconhecido pela organização internacional como um modelo a ser seguido na promoção da alimentação adequada e saudável e combate ao desperdício de alimentos. Graziano conta também com o apoio do empresariado para disseminação do programa.
Durante a viagem à Itália, o presidente do Conselho Nacional do Sesi também irá reunir-se com prefeito de Milão, Giuliano Pisapia. Em abril, o prefeito conheceu o Cozinha Brasil durante a feira de consumo consciente e estilo de vida sustentável Fa’ La Cosa Giusta! e decidiu replicá-lo nas escolas públicas de sua cidade para os alunos aprenderem a alimentar-se bem e reduzir o desperdício.
Assessoria de Comunicação
CDN Comunicação Corporativa
Fabiana Sampaio
(61) 3704-7631
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O presidente do Conselho Nacional do SESI, Jair Meneguelli, e o diretor-geral da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura - FAO, José Graziano da Silva, assinaram hoje na sede da organização internacional, em Roma, termo de cooperação técnica de promoção da segurança e educação alimentar que facilitará a transferência da tecnologia social do Cozinha Brasil a países da América Latina, Caribe e África.Desde 2008, o projeto promove a educação alimentar e nutricional, com o aproveitamento integral dos alimentos, nos 27 estados brasileiros, já foi adotado por Uruguai e Moçambique e, atualmente, está em fase de implementação em Honduras, Guatemala e El Salvador.

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Agronegócio: exportação soma R$ 26 bi no quadrimestre
Nos quatro primeiros meses de 2012, as exportações do agronegócio totalizaram US$ 26 bilhões, um crescimento de 2,5% em relação ao mesmo período de 2011. Já as importações tiveram incremento de 3%, atingindo a cifra de US$ 5,6 bilhões. O saldo comercial dos produtos do agronegócio considerados no agrupamento ampliou-se de US$ 20,349 bilhões para US$ 20,835 bilhões.
Os dados divulgados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), nesta quarta-feira, dia 9 de maio, mostram que o crescimento das exportações no primeiro quadrimestre do ano ocorreu, principalmente, em função do bom desempenho das vendas externas do complexo soja. As exportações do setor subiram de US$ 6 bilhões nos primeiros quatro meses de 2011 para US$ 8 bilhões no mesmo período de 2012, uma elevação de 27%. O desempenho representou um crescimento de US$ 1,5 bilhão nas vendas do setor, montante que suplantou a elevação de US$ 648 milhões das exportações totais do agronegócio.
O destaque para esse cenário positivo levou em conta o aumento na quantidade exportada, no período, dos três produtos do setor: soja em grão (36%); farelo de soja (8%) e óleo de soja (20%). No primeiro quadrimestre os preços médios de exportação da soja em grão continuaram elevados, chegando a US$ 489 por tonelada, o que representou um aumento de 0,5% em relação ao mesmo período de 2011. No entanto, as cotações médias de exportação tanto do farelo de soja como do óleo de soja caíram 10% e 6%, respectivamente.
Fonte: Mapa
Nos quatro primeiros meses de 2012, as exportações do agronegócio totalizaram US$ 26 bilhões, um crescimento de 2,5% em relação ao mesmo período de 2011. Já as importações tiveram incremento de 3%, atingindo a cifra de US$ 5,6 bilhões. O saldo comercial dos produtos do agronegócio considerados no agrupamento ampliou-se de US$ 20,349 bilhões para US$ 20,835 bilhões.

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O investimento estrangeiro direto (IED) na América Latina bateu recorde em 2011, atingindo US$ 153,4 bilhões, segundo relatório divulgado ontem pela Cepal (Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe), órgão das Nações Unidas.
O grande volume de ativos multinacionais na região, a boa rentabilidade e o bom desempenho da economia explicam a alta, mas os dados sugerem que os investidores preferem aplicar seu dinheiro em países que, além do dinamismo da economia e de recursos naturais, oferecem estabilidade jurídica e macroeconômica.

 

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